Não me peça para não ser.
Não me peça para ser.
Dias virão que serei.
Outros talvez nem acordarei.
Mas em todos estarei.
Em algum lugar entre o aqui e o porvir.
Na verdade, as coisas estão é no tempo, e o tempo está dentro de nós. A essência das coisas em certa manhã de abril, no ano de 1910, ou em determinada noite primaveril, doce, inesquecível noite, fugiu nas asas do tempo e só devemos buscá-la na duração do nosso espírito. (O amanuense Belmiro, Ritornelo, Cyro dos Anjos)
quinta-feira, 17 de junho de 2010
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